O que aprendi sobre Administração em uma mesa de pôquer

O que aprendi sobre Administração em uma mesa de pôquer

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Quando se é adolescente, poucas coisas são tão divertidas quanto fazer tudo que nos foi ensinado a não fazer. E uma dessas diversões, que descobri ainda jovem, era apostar. Sem dinheiro suficiente para sair de casa todos os finais de semana (afinal, ser jovem é caro), costumávamos trocar notas de R$ 10 por moedas dos menores valores possíveis para jogar pôquer: quanto mais moedas de 5 e 10 centavos, melhor.

Minha paixão pelas cartas do baralho não era uma coisa nova. Desde pequeno brincava de seja lá o que fosse com elas: tentar ser mágico (horas perdidas tentando adivinhar as cartas escolhidas pelos meus parentes), jogar paciência (de verdade, não esse formato do computador), relancinho (alguém lembra?). Aos 10 anos, aprendi a jogar sueca com meu avô e vencer de toda a família nas festas. Bom, isso até eu descobrir o mundo do pôquer.

Mas o meu “relacionamento” com as cartas foi de idas e vindas. Nos separamos, até, recentemente, surgir uma pergunta na redação: o que se aprende de Administração em uma partida de pôquer? E, com toda minha vasta experiência no campo dos carteados, me ofereci a responder.

Preciso admitir, eu realmente nunca havia parado para pensar que fosse possível aprender algo sobre Administração em um jogo que envolve administrar riscos, ler oportunidades, se preparar para o pior, ter estratégias em longo prazo… é, eu realmente nunca tinha pensado bem no assunto.

Por Ravi Freitas

Fonte: Administradores

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